14 de ago de 2008

Tristezas

Então ela volta. Com força. Dias, quase meses ausente, e ela retorna, indomável. Como sempre atrevida, sentindo-se dona da casa, tomando posse de mim...

Ao redor, tudo igual. Casa, filhos, marido, por dentro, ausências. E uma solidão, grande, engolfante, necessidade de uma voz amiga dizendo que tudo vai ficar bem.

Mas nesses anos anteriores, e isso ela percebeu agora, foi se disfarçando em forte que deixou para trás, uma a uma, pessoas que hoje poderiam dar-lhe a mão.

Aprendeu a se transformar em silêncios, e hoje o preço da escolha são lágrimas que disfarça em meio a um riso triste.

No mais, é esperar que ela vá embora ou ao menos, que se aquiete dentro dela.

3 comentários:

Bel disse...

Seve a minha voz?
VAI FICAR TUDO BEM.
(Nem que precise de uma ajudinha via fluoxetina ou sertalina... quem sabe?)

Bjo!

Jady disse...

Eu vim pedir desculpas... ESQUECI que ganhei um prêmio... Péba demais. Amanhã eu posto kkkkk

E melhoras viu?

xêro

lola aronovich disse...

Nossa, o teu banner (cabeçalho/sei lá) é lindo! Eu quero um assim! Vc que fez? Tô precisando um pra mim.
Gostei muito do seu texto sobre a escolha de marido também. Abração!