Nos próximos dias 27, 28 e 29/11, eu e a turminha abaixo:




Estaremos aqui ô:

ARTE NATAL no Clube Monte Líbano - Lagoa/RJ das 12 às 20 hs.

Vá lá nos visitar, mas se não der, visite meu flickr e escolha seu presente de Natal.
Poema na alma. Passarinho aprisionado na garganta. Revejo versos escritos na infância. Dentro da gaveta, cheiros esquecidos. Amores impróprios. Cartas que um dia silenciaram.

Poesia muda. A realidade da rotina arrancando asas. Mas olha o retrato e ainda reconhece o brilho no olhar ausente e percebe que já não há mais tempo para a dor.

Despede-se na porta: Já volto. Mas, bem sabe que caminha rumo ao precipício em busca de novos vôos.
O Blog Quer Ler, Eu Deixo, da querida Bel, completa dia 29, domingo, quatro anos. E ela resolveu comemorar a data dando presente pra gente!!! Bolou um Concurso Cultural, que terá como prêmio um livro!

Então, vou fazer o seguinte, vou colocar aqui a explicação da coisa toda por ela mesmo, antes que me enrole e dizer que adorei a idéia!

Regulamento:

Dessa vez, no 4º aniversário, resolvi planejar um Concurso Cultural. Seguinte: Vou dar de presente 4 (tem que ser, né? são 4 anos!) livros, “O conto em 25 baianos”, livro de contos de autores da minha terra, publicado pela Editus, editora da UESC.


Explico: o nome do blog é “Quer ler? Eu deixo!”, então a promoção tinha que ser sobre leitura e o prêmio, tinha que ser livro. Mas vamos às regras:

1. Dois livros serão dados como prêmio a quem enviar para mim o MELHOR CONTO, em duas categorias: CONTO e MICROCONTO.

1.1 Na categoria CONTO, o máximo são duas laudas A4, fonte Arial 12, espaço simples.

1.2 Na categoria MICROCONTO, o máximo são 140 caracteres, incluindo a hashtag #microcontos, então 128 caracteres onde possa ser lido um conto, em qualquer estilo.

1.3 Os MICROCONTOS que não atenderem plenamente à única exigência (128 caracteres) serão automaticamente desclassificados.

1.4 Os CONTOS ou MICROCONTOS podem já ter sido publicados em blogs dos seus autores, mas não podem ter sido publicados em sites especializados em literatura ou quaisquer sites de terceiros ou ter sido premiados em concursos anteriores.

1.5 Cada participante pode participar com até 04 (quatro) CONTOS ou MICROCONTOS. (Tudo é 4 nesse concurso!)

1.6 O júri será formado por mim, eu, eu mesma e Irene, (4 pessoas no júri!) não cabendo recurso quanto à decisão final.

2. Dois livros serão sorteados entre os demais participantes das duas categorias, através do site Random.org, no dia 29/11/2009, sendo numerados pela ordem de chegada dos CONTOS e MICROCONTOS.

3. O prazo de recebimento dos CONTOS e MICROCONTOS se inicia a partir da publicação deste post e encerra às 23:59h do dia 26 de novembro de 2009, horário oficial da Bahia (não-horário-de-verão).

4. Não existe qualquer impedimento à participação de amigos, familiares, leitores, patrões ou empregados da blogueira que lhes escreve, uma vez que os participantes certamente estarão numa dessas categorias.

5. Os participantes podem ser blogueiros ou não. Os blogueiros que divulgarem o concurso cultural em seus blogs também serão contemplados com um prêmio surpresa a ser sorteado através do site Random.org, no dia 29/11/2009, sendo numerados pela ordem de chegada da informação da publicação dos respectivos posts de divulgação.

6. Os vencedores e sorteados receberão seus prêmios em sua residência, via correio.

7. Não há taxa de inscrição, isto aqui é pra vocês ganharem presentes, não pra eu ganhar dinheiro!

8. Os quatro melhores CONTOS e os dez melhores MICROCONTOS serão publicados neste blog na semana de 30/11/2009 a 04/12/2009, sendo dados os devidos créditos aos autores.

9. Ao enviar o seu CONTO ou MICROCONTO para participar desde concurso cultural, o autor estará automaticamente concordando com as regras aqui explicitadas.

10. Após a participação nesta promoção de aniversário do Deixo Ler, os autores têm total liberdade de publicar seus contos onde bem entenderem, não tendo o Deixo Ler qualquer direito autoral sobre eles. No entanto, conforme acordo posterior, pode-se aventar a hipótese de publicar em papel um livro com a coletânea dos CONTOS e MICROCONTOS participantes.

11. Quaisquer dúvidas serão dirimidas em tempo oportuno, com updates neste post.

É isso aí, galera. Sei que entre os que passam por aqui, muitos escrevem bem pra caramba. Então, deixando a timidez e a preguicinha de lado, mandem suas participações. Pode ser algo novo ou algo resgatado dos seus guardados. O importante é participar!!! Aguardo vocês pra nossa festa de premiação, dia 29, às 00:15h.
Com medo, ela segurou sua mão durante o vôo. No desembarque, desconhecidos. Que importava? Tinham sido felizes poucos segundos
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Ela trazia um sorriso falso e buscava felicidades instantâneas. Ele não enxergou seus olhos. Beberam impossibilidades até amanhecer.
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De madrugada, ele ressona. Pensamentos imperfeitos sobre o travesseiro. Ela consome culpas e chocolate, enquanto chora, escondida na cozinha
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Ela dizia: Dessa vez, não. Mas a msg no celular e lá se ia ela, para o desejo reprimido de que dessa vez fosse diferente, mas nunca era.
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Perdia-se em brumas do impossível, eternamente desejando o impalpável. Sedenta demais, mas incapaz de ver o rio.

"E é por isso que a cidade
Vive sempre a repetir
Joga pedra na Geni
Joga pedra na Geni
Ela é feita pra apanhar
Ela é boa de cuspir
Ela dá pra qualquer um
Maldita Geni"
Chico Buarque/1977-1978
Para a peça Ópera do malandro, de Chico Buarque

Quando minha amiga foi estuprada, a primeira pergunta feita pelo delegado foi que roupa ela usava na hora do estupro. Como se o fato de estar de micro-saia, nua ou burca mudasse o caráter da violência sofrida.

Lendo e assistindo, estarrecida, esse caso da estudante Geisy, essas memórias dolorosas vieram à tona. A aluna foi julgada e condenada (expulsa da universidade) devido a um vestido. Não quero entrar no mérito se o vestido é curto, transparente, decotado, poderia estar até de biquíni ou nua, nada justificaria ter sido ameaçada na sua integridade física e agredida moralmente através de ofensas verbais.

Se a roupa não estivesse de acordo com as normas (previamente definidas, anunciadas publicamente e acordada entre universidade e alunos), era caso de um representante da universidade notificar a aluna e pedir a sua retirada. Jamais, poderia acontecer o que aconteceu: um grupo de estudantes acéfalos, num ato de histeria coletiva proporcionar o linchamento moral (por pouco não físico) que todos nos assistimos, via internet ou tv. Nada justifica essa atitude. Nem a universidade poderia referendar essa barbaridade, como acabou fazendo, ao anunciar a expulsão da aluna.

O que mais me enoja nessa história toda, e que apenas na internet vi pessoas escrevendo sobre o assunto, (recomendo os post da Jady e Lola) focando no mais importante, que com certeza, não é o vestido que a Geisy usava! Toda a mídia resolveu abordar o assunto, quase como um tom de piada, a Vênus Platinada chegou a ponto de colocar uma comentarista de moda (?) para falar sobre o assunto; na emissora do Bispo, eu ouvi estarrecida, a apresentadora afirmar que a Geisy gostava de provocar os homens!!!! Mesma justificativa, alias, que o advogado da reitoria usou para justificar a expulsão da aluna.

Eu não quero focar no vestido, tampouco no comportamento da Geisy. O que quero saber é como, depois de anos de luta pelos direitos femininos, regredimos a tal ponto, onde o que falamos, vestimos ou fazemos, é propriedade do outro, no caso, o sexo masculino?

Isto é, eu me visto para eles, eu me comporto para eles, eu sou deles e não me pertenço. Sendo assim, cabe a eles (e, pelamordeDeus, quando digo eles, NÂO estou me referindo a todos os seres do sexo oposto, primeiro por que algumas mulheres são tão machistas quanto, segundo por que existem exceções, sou casada com uma exceção, por exemplo), fazerem o que quiserem conosco.

Esse incidente abre um precedente absurdo e fere gravemente os direitos da mulher, principalmente no que abrange a luta contra a violência sofrida por todas nós. A partir do momento onde uma universidade, local de construção do saber, espaço onde se formam opiniões, referenda atitudes agressivas, com a justificativa de que a “aluna provocou” (palavras do advogado da Uniban), nos é dito, em outras palavras, que a roupa que usamos, a forma como nos comportamos, podem justificar atitudes violentas, como por exemplo, o estupro.

E, o pior de tudo, é que acredito, que não foi em defesa da Tradição, Família e Propriedade que a universidade expulsou a aluna. A Uniban utilizou um discurso machista, extremamente retrogrado, para ocultar o verdadeiro motivo da expulsão, que é o financeiro. A reitoria achou que expulsar uma aluna sairia muito mais barato, que enfrentar uma investigação interna, provavelmente, que acarretaria em diversas suspensões, quiçá expulsões ou demissões de dezenas de alunos, funcionários e seguranças.

Na matemática capitalista, um, mesmo que esse um tenha razão, sempre é melhor que muitos prejuízos. Mesmo que para isso, utilizem um discurso retrogrado e extremamente pernicioso, como o que foi utilizado.

Li um artigo onde rotularam a mulher moderna como supermulheres. Denominação que, sinceramente, tem mais glamour no nome do que no real.

Não lembro de ver a Mulher-Maravilha ou a Super-Girl tendo que lidar com máquina de lavar, trouxa de roupa para passar, barriga no fogão ou vassoura na mão.

Enfrentar supervilões parece ser mais divertido do que ter que acordar às seis da manhã, correr para o banheiro e tomar uma ducha rápida, acordar os filhos para a escola. Preparar o café, pentear o cabelos dos pequenos e colocar o lanche das crianças na mochila.

Engolir um pedaço de torrada e entornar um copo de café, ao mesmo tempo em que manda as crianças para o colégio. Tirar a carne do congelador, botar a roupa na máquina, escrever instruções e pregar na geladeira.

Trocar de roupa e partir para a condução lotada. Quando tem sorte, conseguir um lugarzinho espremido entre a janela e alguém que fatalmente irá dormir caindo em cima de você. Muitas vezes, babando.

Depois de quase uma hora de condução, chegar ao trabalho e encontrar a mesa cheia de relatórios e ofícios para digitar e/ou arquivar.

Ainda enrolada com os documentos, terá que interromper tudo para servir cafezinho para o chefe e a visita. Além de providenciar o presente dele para a filha mais velha, agendar e reservar hotel para a viagem de negócios, que bem sabe, não é de negócios, na maior parte das vezes.

Meio dia, pausa para um almoço rápido num restaurante a quilo da esquina, se for inicio do mês, caso seja no final, quando o dinheiro mal dá para a passagem, contentar-se com um pé-sujo que vende um joelho e um refresco por R$ 2,00.

Voltar para o escritório, onde agora tem mais uma infinidade de documentos para arquivar, digitar, além é claro de providenciar água, café, e o que mais o chefe desejar.

Fim do dia, voltar para a casa, a cabeça estourando e enfrentar uma fila de vinte minutos para entrar em um ônibus cheio, aonde vai espremida e sarrada metade do caminho, quando finalmente consegue sentar. Mas logo chega a hora de descer, caminhar uma quadra inteira, pegar o filho na creche, que cobra quase 1/3 do salário, para ficar com ele.

Em casa, antes de sentar, preparar o jantar, estender a roupa que deixou batendo de manhã, ajudar nos estudos das crianças, depois finalmente, sentar, prato no colo em frente à tv e ver a mocinha sofrendo horrores nas mãos do vilão da vez, normalmente dorme ali mesmo, até acordar com o choramingo das crianças, que sairam no tapa.

Aí a supermulher tem que servir como juiz e decidir por dar razão a um ou a outro, mas como está com os olhos pregados, resolve dar um esporro único e colocá-las para dormir.

Fala sério, vai dizer que não é melhor ter que dar porrada no Lex Luthor ou no vilão da vez?
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Update: Atualmente minha rotina mudou, trabalho em casa e, quer saber? é tão cansativo quanto e o pior, continuo sem superpoderes.
Encontrei um amor ontem. Estava ferido e caído no meu jardim. Com muito cuidado, levei-o até minha casa, arrumei um lugar provisório para que ele ficasse confortável.

Costumava ver amores brincando do lado de fora da minha janela, muito ocupada, nunca me preocupei em ter um lugar reservado para ele, por mais que minha mãe sempre dissesse que amores sempre aparecem e por bem é sempre bom ter um lugar guardado para ele.

Cuidei para que não tivesse fome, alimentando-o com pequenas porções de afetos, comida predileta dos amores, e iguaria muito difícil de achar, sorte que tinha guardado um pouco da época que meus sobrinhos estiveram por perto.

Pedi também a todos que fizessem silêncios, ou não sendo possível que falassem baixo, quase sussurrando, amores feridos não gostam de frase ásperas, tampouco tons elevados.

Tive que me policiar para não ficar vigiando-o toda hora. Mesmo quando estão bem, amores não gostam de muito controle, é claro que não podemos também ignorá-los, o ideal é mostrarmos que estamos presentes e que a hora que eles quiserem, estaremos ao lado deles.

Durante dias cuidei do amor ferido, ora alimentando-o com afeto, ora contando estórias com finais felizes. Excelente e eficiente remédio, pequenas doses diárias, ajuda no processo de restabelecimento, além de fortalecer o amor e evitar que ele se fira novamente. Quando juntamos estórias com finais felizes a abraços apertados e beijos demorados, o cura dar-se-á ainda mais rápido.

Uma manhã não encontrei mais o amor no lugar que havia deixado. Procurei por todos os cômodos, mas não o achei mais. Então percebi que ele estava curado e havia partido, como todos os amores. Não digo que fiquei revoltada. Nesses dias todos, havia me afeiçoado a ele, acostumada a tê-lo sempre ao meu lado.

E além de tudo, ele partira sem sequer se despedir. Lágrimas encharcaram meus olhos e me prometi nunca mais trazer um amor ferido para casa. Melhor que morresse no jardim, repetia para mim mesma, enquanto ia juntando tudo que um dia fora dele.

Qual não foi minha surpresa quando olhei pela janela e o vi, brincando no sol de primavera que inundava meu jardim! Que grande tola, eu tinha sido, chorando como uma boba, esquecendo que o amor não suporta ficar prisioneiro e é preciso a liberdade de um jardim ensolarado para que ele cresça e se fortaleça ao nosso lado.
Sempre sonhei a vida das propagandas de margarina. Coisa linda de se ver. Casa com jardinzinho na entrada, pai, mãe, irmã adolescente e pequerrucho de rosadas bochechas, cachorro grande mal-criado tentando roubar a comida da mesa. Sempre farta, sucos, biscoitos, bolachas... todos sorridentes. Ah, que delicia que seria.

Daí cresci e comecei a achar essa vida meio boçal. Foi quando me deparei com as propagandas de cervejas. Foi como se eu tivesse recebido a iluminação divina. Pensa bem: nas propaganda de cervejas os pés-sujos são sempre lindos. Todas as mesas tem toalhas alvas, não existe apenas um garçom para o bar inteiro, são vários. E todos eles te atendem!!!! Na hora! Você olha e ta lá o cara com uma cerveja estupidamente gelada ao seu lado.

Alias, as cervejas sempre vem geladas, você vê aquele arzinho gelado saindo na hora que a tampa é aberta. Os fregueses são todos jovens, bonitos, com ar de felicidade, ninguém ali tem conta para pagar, aluguel vencido, está desempregado ou coisas similares! Lei seca? Violência, problemas de família? Ah, isso não existe nas propagandas de cerveja.

Lá você é atendido por atrizes/atores globais, não importa a quantidade de cerveja que beba, nunca fica bêbado, no máximo meio alegrinho e o melhor e mais surpreendente de tudo, é que todos, todos mesmo, são magros! Daí eu vejo uma pesquisa que fala que beber cerveja emagrece e isso só confirma a minha tese, não existe vida melhor do que àquela apresentada numa propaganda de cerveja!
No cabeleireiro mudou cabelo. Cor e tamanho. No cirurgião-plástico reduziu gorduras e criou contornos, qual boneca de modelar.

Nos shoppings acompanha as capas de revista, metamorfoseando-se em cores e marcas da moda. À noite, encharca-se de cremes e promessas de juventude eterna.

O outro na cama é acessório, conquista dispensada na manhã seguinte. Não sorri mais por que sorriso está fora de moda. O amor, ah, esse é produto descartável.

E assim segue todos os seus dias, em busca da alienação perfeita e a sua maior felicidade vai ser quando puder enxergar outra, que não ela mesma, no espelho.

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Love Your Body Day
Dia de Amar Seu Corpo

Dia 21 de Outubro foi escolhido para ser o "Dia de Amar seu Corpo" em uma tradução livre. E vários blogs brasileiros e estrangeiros estarão falando sobre isso hoje, eu optei por fazer uma abordagem diferente, um micro-conto sobre o que seria a alienação perfeita para muitas.

Minha sugestão para o dia de hoje, é se dar um tempinho e olhar-se no espelho, de cara limpa, e fazer uma enorme declaração de amor para você mesma! Sabe, cada parte de você tem uma história para contar, deixe-as falar, sem se preocupar tanto em ocultá-las!

Para quem for falar sobre isso no twitter, usar a tag #lybd
A Mamis do Fofocas de Marte concebeu a idéia e criou o selo, a Neiva, do A Itinerante me ofertou (obrigada, querida) e eu estou compartilhando com todos os que frequentam esse espaço.

A idéia é celebrar as coisas boas da vida, listando tudo aquilo que você ache bom, alegre, legal, interessante, etc e depois repassar para quem você quiser.

Bem, eu tenho infinitas coisas que me fazem sentir leve e feliz, vou tentar resumir:

1) Meu filho - de tudo o que já me aconteceu, ser mãe foi a mais louca e maravilhosa delas. Enxergar o mundo sendo descoberto através dos olhos do meu pequeno, não tem preço, e nem palavras.

2) Meu marido - além de ser a única pessoa no mundo, com disposição de me aturar (inclusive na TPM), tem um bom humor maravilhoso. Tenho que gravar os comentários sobre filmes e propagandas que ele faz. Impagável.

3) Pessoas com bom humor - amadoro pessoas que tem a capacidade de fazer humor com o que a vida lhes dá.

4) Livros - todos, de todas as formas, enredos, sabores...

5) Entrar na roupa que gostei na loja, sem problemas com numeração, com vendedor, com modelagem, com nada. Ver na vitrine, levar pro provador e ficar linda!

6) Tempo - ter tempo sobrando para fazer tudo o que gosto, brincar com filhote, fuxicar na internet, conversar com amigos...

7) Dinheiro - dizem que dinheiro não traz felicidade, mas quer saber, ajuda à beça!

8) Escrever - Sentar em frente ao pc e a história escorrer pelos dedos, naturalmente.

9) Criar uma peça de artesanato nova, exclusiva, linda e que todos amem!

10) Pequenos momentos - é impressionante como durante um único dia, nós temos tantos pequenos momentos que podem nos fazer feliz, e a maior parte do tempo, sequer prestamos atenção: saca aquele e-mail inesperado cheio de coisas boas? , ou um twitter de alguém querido, te desejando bom dia? Ou ainda, o/a desconhecido(a) que do nada te dá um sorriso?
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