17 de mai de 2010

Garrafas ao Mar

É quando a semana começa que percebe que estar perdida é uma opção também.  Só que sempre preferiu ser o farol orientando passos. Ocultava assim a fragilidade da rocha esculpida lentamente pela força das marés.

E messe  momento percebia, que a solidão escolhida, tornara-se maior do que a ilha.  E das escolhas possíveis, sempre é sobre elas, não é? A que desejava era a menos provável, deixar de ser farol, e ser apenas ela mesma. Naufraga de sonhos, mas ainda capaz de lançar garrafas ao mar...

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