11 de ago de 2009

Armadilhas Sentimentais

Uma lágrima, apenas uma única lágrima. Foi isso que fez com que ele a amasse. O delicado instante de um piscar de olhos, escorrendo suave pelo contorno do rosto, terminando na palma de sua mão, o que lhe bastou para fazer juras eternas.

Que duraram até o exato instante em que ele descobriu que não haveriam lágrimas todos os dias. A felicidade dela, o motivo do seu desamor. Na despedida, outra lágrima silenciosa.

Foi quando ambos perceberam a armadilha, o que ele amava nela era o que não poderia ser oferecido por ela, enquanto se sentia amada. E aos dois, restava a condenação do circular dilema.

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