21 de fev de 2014

Blogagem Coletiva "#ASemana" 2 - Tudo Novo de Novo.

Essa semana foi divida entre caixas e decisões, sorrisos e lágrimas. Mudança foi/é a palavra chave.  Uma semana de dor latejante, mas com a certeza de que  "é o que pode/deve ser feito";

Sempre acreditei que a vida é aquilo que a gente vai construindo com nossas próprias mãos. Nossos pés sempre escolhem o caminho que naquele momento, lhes parece mais certo.

Se lá na frente descobre que o caminho foi errado, não dá para voltar atras e tentar "recaminhar" sobre as próprias pegadas. 

Maior que todas as leis, a certeza de que a vida segue. E, são nossos pés que definem nossos passos.

Foram meus pés que trouxeram até o final dessa estrada, lá na frente, tem um muro e continuar reto, só implicaria cabeçadas no concreto. Há que se aprender a importância de recuar. Dois passos pra trás, já dizia Lenin, pra que se enxergue melhor o caminho e possa visualizar outras estradas.

Todo ciclo que se encerra não da maneira desejada, trás embutido dor, insegurança, uma certa noção de que fracassamos.

Porque a gente cresce ouvindo sobre como ter a sua vida definidinha quando crescer: você tem que ser bom profissional, boa esposa, boa mãe, boa (acrescente qualquer coisa) - então quando você se descobre naquela idade cuja linha começa a descer, com sua vida toda de pernas pro alto. Dói. Dor que dilacera, pois você passa a ser aquilo que a sociedade diz pra não ser...

Mas, de novo, são seus pés que definem a caminhada. Tai o jogo zerado e de caixas e malas prontas pra começar tudo de novo. De tudo que aprendi nessa longa caminhada é que poucas coisas são verdadeiramente essenciais. De repente, o supérfluo é tudo aquilo que precisamos abrir mão para garantir a felicidade daqueles a quem você ama.




Paulinho Moska
Vamos começar
Colocando um ponto final
Pelo menos já é um sinal
De que tudo na vida tem fim

Vamos acordar
Hoje tem um sol diferente no céu
Gargalhando no seu carrossel
Gritando nada é tão triste assim

É tudo novo de novo
Vamos nos jogar onde já caímos
Tudo novo de novo
Vamos mergulhar do alto onde subimos

Vamos celebrar
Nossa própria maneira de ser
Essa luz que acabou de nascer
Quando aquela de trás apagou

E vamos terminar
Inventando uma nova canção
Nem que seja uma outra versão
Pra tentar entender que acabou

Mas é tudo novo de novo
Vamos nos jogar onde já caímos
Tudo novo de novo
Vamos mergulhar do alto onde subimos
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Essa postagem faz parte da Blogagem Coletiva #ASemana organizada pela Fernanda Reali.
Aproveita e vá ver como foi a semana das outras blogueiras.

15 de fev de 2014

Blogagem Coletiva A Semana

Durante um tempo participei da Blogagem Coletiva de Esmaltes que a Fernanda Reali organizava, porém a minha falta de disciplina em pintar as unhas acabou me transformando em personagem ocasional. Mas, é inegável o quanto essa blogagem mexeu com todas nós, de repente pintar as unhas não era só uma questão estética ou de vaidade, em muitos momentos houve uma catarse coletiva. Foi um momento de redescoberta, de transformação e principalmente, para muitas, incluindo a mim mesma nesse grupo, foi um processo de reconstrução da auto-estima. Parece estranho como um ato simples de pintar as unhas pode ser tão transformador, mas o fato de você reservar um tempo para se cuidar, te transforma. Aos poucos, você descobre que se amar é o grande barato da coisa e isso é transformador. 

Agora que a blogagem de esmaltes se acabou, Fernanda surgiu com uma outra proposta, e dessa vez, vou me disciplinar para participar de maneira mais eficaz. 

Dessa vez o convite é para que você fale da sua Semana, o que marcou (te marcou), fatos relevantes ou não, fotos, textos, etc 

Gostei da ideia por vários aspectos, mas principalmente para exercitar a memória afetiva, numa época onde tudo acontece tão rápido e o tempo parece voar, construir pilares daquilo que marcou faz você ter uma outra referência de tempo e espaço.

Para essa primeira blogagem coletiva, pensei em dividir minha semana em palavras, gosto desse recurso de dar nome a processos que envolvem várias coisas, facilita o meu entendimento. 

Dessa maneira a palavra mote da semana foi DECISÃO. Decidir sobre rumos que necessariamente vão transformar a mim e a toda minha família. Decisões difíceis, dolorosas que implicam em mudanças diversas - de casa, de vida, de bairro etc Mas que tem um objetivo maior (e melhor). Retirar dos ombros um peso complicado demais pra se continuar levando. 

A segunda palavra da semana com certeza é CRER. Não só no quesito fé, mas abrir o corpo e a mente para a certeza de que acreditar em algo é um passo dado para que ele se realize. Assim, iniciei a semana acreditando em projetos novos, e com isso em mente, colocando mãos a obra para que eles se realizassem. 

Essa coruja faz parte desses projetos novos. Estou incentivando marido Marcelo Daltro pintar e depois transformo suas pinturas em necessaires, bolsas e almofadas.
Essa foi a corujinha que virou necessaire.


Já tinha tempo que queria fazer um quadro desses pra mim. Desde que vi num post da Fernanda Reali. Aproveitei que ganhei uns retalhos de tecido adesivado da amiga Mônica Guedes e fiz meu primeiro quadro. Ainda tenho que acertar a mão em um monte de coisas, mas o passo inicial já foi dado, e, é isso que importa.

Outro projeto novo - ainda incentivando ao marido pintar - foi essa tela de gato que é a coisa mais linda do mundo e que vai virar o que você quiser! Pode ser bolsa, almofada ou quadro. É só participar do SORTEIO que tá rolando. 



A terceira palavra da semana é AMIZADE. No meio de todos os problemas, ter pessoas que te ouvem, te fazem rir, que te permitem fazer parte da vida delas é maravilhoso. Ajuda a dar leveza naqueles momentos complicados. 
Essa semana começou com presente vindo de uma querida - né Mõnica Guedes? se entremeou de conversas pelas redes sociais e telefone e se findou em abraços apertados, presentes e muita risada num encontro real. 
Estou sem foto das meninas, mas a recordação maior é o carinho envolvido nisso tudo! Obrigada Ana, Claudia, Clara, Chris, Fernanda, Jussara e Rogéria
Hummm... Delícia, mas não se engane, que essa fatia deliciosa é um super sabonete feito pela talentosa Ana Quevedo.

Esse cordão lindo foi presente da Rogéria! Amei amiga

Da Chris ganhei um kit de sabonete e óleo corporal Ylang Ylang - muito cheiroso e extremamente útil, né amiga? ;)

Uma nova semana se inicia, e essa já traz o nome gravado em ferro - MUDANÇA. Mas, esse é o post da semana que vem.

Para ver mais sobre a SEMANA - corre lá para visitar o blog da Fernanda Reali

8 de fev de 2014

Pé ante Pé

Demorei para entender que às vezes, as coisas simplesmente acontecem. Sem porquês, ou causas anteriores, apenas acontecem. 

Claro que em muitas ocasiões, são nossos pés que traçam o rumo da estrada que percorremos e tudo o mais é consequência das escolhas feitas anteriormente. Mas, em dado momento, as coisas acontecem sem que nada do que você tenha feito anteriormente tenha interferido. E, é nesses momentos que você oscila entre seguir em frente ou continuar ali, tentando entender o porquê. E, como não existem porquês, você apenas zanza em círculos, impotente demais para mudar o acontecido. 

E, é claro, quando você luta e dai percebe num determinado momento, que lutar é ainda a saída mais fácil, que o mais difícil é aceitar o que está ali e aprender a desistir. Entenda, que não é desistir da fé, mas desistir de dar murros em ponta de faca, desistir de dar braçadas lutando contra uma corrente que é mais forte do que seus braços. Aprender a lidar com a maré. Isso sim, é o mais difícil. 

Viver um dia de cada vez é entender que o pé direito sempre vai após o esquerdo, e é assim que construímos passos, talvez isso implique em caminhadas futuras, no entanto, concentrar apenas no pé que apoiá, sem pensar em mais nada, faz parte de um processo seguro anti-loucura. Pensar no que virá a seguir, ou no que nos espera na próxima esquina, ou ainda, na estrada que acabamos de deixar para trás, tudo isso implica em não seguir em frente. 

Mesmo que as lágrimas insistam, mesmo que a dor seja maior do que se ache capaz de aguentar, um pé sempre vai após o outro e os passos serão dado, rumo a algo ou algum lugar qualquer, que talvez seja melhor, ou não, a aquele que você está. Acreditar nos meus pés e passos. Talvez seja isso que esteja fazendo agora. Incerta dos rumos que se desenham perante meu olhos. Mas convicta de que é isso que posso fazer por hoje. E, por enquanto, isso é tudo que posso fazer, mesmo doendo.

(texto republicado, porque situações também se repetem)

4 de fev de 2014

Macarrão de Abobrinha com Carne Moida

Quase 3 meses de dieta e não rola comer macarrão. Dai a gente começa a buscar substitutos por ai. Em um programa de tv vi essa receita e resolvi dar um incrementada na mesma. E, mesmo não sendo muito fã de abobrinha, surpreendeu de tão gostosa!
A foto não ficou legal, mas o gosto é bom! rs

Ingredientes:
250 gramas de carne moída
2 abobrinhas grandes
100 gramas de  bacon
1/2 cebola
2 dentes de alho
2 gemas
1 colher de requeijão light

Preparando a Carne Moída
Tempere a gosto - eu bato metade de uma cebola e dois dentes de alho no processador, com 1 colher de azeite e sal a gosto.
Pique o bacon e coloque numa panela já com o fundo quente.
A medida que o bacon for soltando óleo, retire o óleo da panela, até o bacon ficar bem sequinho.
Quando ficar bem sequinho, coloque a carne moída na panela e deixe até ficar fritinha. soltinha e pronta pra servir.

Preparando a Abobrinha
Rale as abobrinhas com casca e tudo - se não tiver ralador, fatie bem fininha.
Coloque para ferventar durante dois minutos. Escorra.
Bata duas gemas e uma colher de requeijão.
acrescente a abobrinha já seca e coloque no fogo até fazer um creme.

Junte as duas, acrescente queijo parmesão se quiser e delicie-se!