26 de jan de 2013

Amigas da Laje

Já disse outras vezes, mas não canso de repetir: A internet me trouxe muitas coisas maravilhosas! Amizades virtuais que viraram reais e a cada dia que passam, mais se consolidam. E uma das alegrias que a internet me trouxe, foi as "Amigas da Laje". 

Calma, que ninguém fica zençualiandu de shortinho aparecendo a polpa e top aparecendo o silicone no alto da casa, não. Se bem, que bem poderíamos fazer isso! rs 

Mas é um grupo "quase" secreto, que de vez em quando se reúne pra falar de coisas boas e dar excelentes gargalhadas. E uma vez por ano, realiza um ritual de confraternização de amigo-oculto (ou secreto). Já tem três anos de existência, eu participei de dois. O primeiro em 2010, onde essa querida me tirou, em 2011 não participei, mas esse ano, voltei! E em grande estilo, porque além de ter sorteado uma amiga mais que querida, tive a sorte de ser tirada por uma morena linda, doce e mega simpática!

Em dezembro fui presenteada com uma caixa imensa, cheia de formosuras e mimos, lá das terras do Nordeste. E uma carta, com a letra mais redondinha do mundo - imagine uma pessoa se mordendo de inveja por não ter essa letra leeenda?! rs - cheia de amor e carinho. 

Caixa dentro de outra caixa - só pra atiçar minha curiosidade! rs

Kit de sabonetes da Natura e creme refrescante e cheirooooso demais da Avon

O livro novo da escritora que AMO!

Presentes regionais: dois chaveiros de Juazeiro - a bonequinha ficou pra mim, e a carranca, foi disputada entre pai e filho. rs

Camiseta lá de Juazeiro, linda demais!

Ai vem em essa carta cheia de amô e com uma letra, uma letra linda! 

Obrigada Juliane Rodrigues pelo carinho e pelos presentes! Amei todos!!!! 

Mais uma vez, adorei participar desse momento, meninas da laje: Ana Clara Lima Gaspar, Bel Ar, Juliane 

Quer saber quem eu tirei? É uma linda, que amo muito! Pra ela faço coração cazzmaos e tudo S2! rs Corre lá, que eu deixo

ps: E pra ficar mais feliz ainda a lindona da Jullyane Teixeira mandou Cajuína pra todas meninas da laje, junto com um postal e um imã lindão lá do Piauí.
Agora vem a história triste. Marido numa fase desastrada, bateu com ombro na prateleira da geladeira onde a minha cajuína tava gelando e a garrafa se suicidou... da pobre, só conheci o cheiro. Ô dó!

Muito obrigada Jullyane, mas aguarda, que ainda vou provar da cajuína e quem sabe, do teu lado? ;o)